Um pesquisador investiga a natureza. Ele usa óculos, jaleco branco e representa mais ou menos aquilo tudo que chamamos de cientista maluco, correto? Nada disso. Esse investigador do mundo pode ser uma criança, de qualquer idade, e o que a torna uma cientista é sua curiosidade, as perguntas que faz, as hipóteses que cria e testa para respondê-las e, assim, compreender melhor o mundo que habita.
Esse é o espírito do trabalho pedagógico na área de Natureza e Sociedade do Projeto Ciranda.
No Ciranda, a ciência não é um assunto para gênios, mas o conhecimento que nos permite entender como a vida funciona.

Há ciência na cozinha, ha horta, na sala de aula. Há ciência em nosso dia a dia. Não é preciso crescer ou avanças na escolaridade para começar a desenvolver o pensamento científico.

Já na Educação Infantil, a escola deve ser, na concepção do Ciranda, um espaço que provoque e motive a curiosidade dos alunos em relação aos fenômenos que os cercam. Mais do que isso, deve levar os alunos a observar, imaginar, reunir informações de diferentes fontes, manipular materiais, valorizar as perguntas, arriscar respostas, relatar o que viram, ouviram, aprenderam; prever resultados e consequências, desenvolver suas primeiras explicações sobre a natureza e a sociedade.

Dessa maneira, aprender sobre o mundo se torna algo vivo e real, que constrói valores éticos, como respeito aos seres vivos e ao ecossistema em que vivemos e do qual todos nós fazemos parte.

 

Deixe sua mensagem